sexta-feira, 9 de março de 2012

Da condução elegante à limpeza da cidade


O trânsito de São Luís está horrível, carece de planejamento, precisa ser repensado de forma extrema e cuidadosamente profissional.
São Luís precisa de transporte rápido de grande capacidade. Estou falando de metrô de superfície.
Precisa aperfeiçoar a programação do transporte, ou melhor, das linhas de integração existentes. O que não pode é deixar como está. O povo ludovicense não merece isso. Concorda? São Luís precisa de administração que mostre amor telúrico ao agir. Gente trabalhadora e honesta como o nosso povo, que transforme voto em trabalho. Que acabe com as palafitas, que retire das áreas de risco todos os casebres. Que construa escolas que funcionem em tempo integral. Que coloque o Ginásio Costa Rodrigues em funcionamento como antes, com as escolinhas de basquete, voleibol, basquetebol e todos os outros esportes olímpicos que lá couber. Que recupere as feiras e mercados, ou jogue a toalha no chão, privatizando-os como sinal da incompetência do poder público municipal.
Estou querendo demais? Nada disso, estou apenas querendo que recuperem a cidade que tínhamos.
Nós precisamos melhorar a cidade que temos e que amamos. Mas, não só o poder público tem que funcionar. Cada cidadão tem a sua parte de contribuição.
Reconhecida a precariedade do trânsito, devemos ser mais gentis quando na condução de veículos automotores. Evitar brigas no trânsito, mais do que uma necessidade, é um ato de educação. Obedecer à sinalização, especialmente a que implica no respeito ao direito dos pedestres e ciclistas, também faz parte do bom exercício da cidadania.
Mais que desnecessário é o ato de jogar lixo pela janela do carro. Caríssimos, hoje todos os postos de lavagem oferecem, gentilmente, saquinhos próprios ao acondicionamento de lixo no carro. E, na falta deste, qualquer saquinho pode ser utilizado para isso.
Nada de jogar latinha de refrigerante na rua ou na avenida. Este é um ato ridículo que deve ser descartado. Quem gosta de cidade limpa não a suja.
Ninguém tem o direito de sujar os espaços públicos. Isto significa adentrar no direito de outros cidadãos. Além de tudo, zelar a cidade que vivemos é mais que um ato de educação, um gesto de amor.
É fato, da condução elegante ao zelo pelo patrimônio público temos oportunidades para demonstrar o nosso amor pela cidade. Não precisa muito, basta ser elegante, gentil, educado, cuidadoso para com ela – a Ilha do Amor.

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